domingo, 31 de outubro de 2010

"eu e minhas robertas"
























Tenho aqui me usado e me interfaceado em cores, cortes e saturações. Por quê? eu e minhas robertas, meus olhos, rostidades, e sob a faca de meu olhar pernas e partes de outros mais próximos que outros ainda. Eu e eu mesma: tempo lançado ao atoa do dentro de mim. O "dentro" de mim.........bom ecoar o dentro de mim para mim e para o vento. Pixels dispersos que me desautorizam a propriedade sobre minha pele, meu olhar e contornos. Momentos lançados ao tempo, ao voltar-se para além de mim, que me escapa. Eu comigo mesma ou você com você, contigo, contudo e todavia / toda-via / todas-as-vias. Morte do sujeito que faz-se outro, nasce e brinca com seus pontos de dissipação,.
  
ELE.I.XIS.O in-process, estética relacional e esquecimento. 



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

.siga a seta.

 

Uma experimentação de textura sem som para explodir a seta em várias direções, mesmo num piscar compassado e rítmico.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

.será que o poste é o chaveiro.

                                                                                           25 de Outubro, 11:16, Av. Colombo, Maringá, Pr.




                        Várias pessoas paradas aguardando o sinal abrir.
                        Eu, sutilmente sobressaltada, paro e tiro fotos.
                        Um senhor então me pergunta o porque da foto. 
                        Respondo-lhe com outra pergunta.
                        Será que o poste é o chaveiro ?
                        Sorrimos e seguimos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

.baldeando.




           Num dia de má sorte um furo qualquer pode render                                baldes, baldes, baldes, baldes, baldes
                                                ...

domingo, 17 de outubro de 2010

.domingo no parque.




A vontade é por uma śerie de ínfimos vídeos de infinito tempo ilimitado. 

Neste, a roda roda, roda, roda......

mesmo apertando o stop,

continua a rodar, rodar e rodar em algum lugar.


sábado, 9 de outubro de 2010

.we are a happy family.



Esses adesivos agora são uma febre, pai, mãe, filhos, cachorros, gatos, corações e papagaios. FEBRE significa uma elevação anormal da temperatura constante sob a influência de uma causa mórbida. Aqui a temperatura não se eleva, mas se nivela por baixo, um achatamento de sentido via significação rasa de sentimentos maiores sob influência de uma causa mórbida: um ideal de felicidade, eco redundante. Nesta foto, o signo maior é aquele que não era para ser, resto de cola  colada na superfície de corrosão da imagem. Poeira impregnada no rosto da aparência.Teatro triste que insiste, insiste e insiste. Qual será a invisibilidade disso tudo?

.pernas.

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