domingo, 27 de março de 2011

.XX.



                 sábado, 26 de Março de 2011.estou aqui para ver o por do sol.agora bate 18:36 no relógio e está muito quente.

Esta é a Senhora XX.
Não sei quem ela é, mas a vejo daqui,
do lugar onde meu olho olha.
Por que ela caminha eu não sei.
No que ela pensa sei menos ainda.
Sei que a vejo indo e vindo, e que ela existe e está lá.
Para a vida isto basta, e pela vida também.

sexta-feira, 18 de março de 2011

.um lugar para memórias.

 
Aqui, é sempre outono. Aqui, é sempre entardecer. 
Um espaço-tempo etéreo onde a memória se atualiza num contínuo de tempo sempre agora.

segunda-feira, 14 de março de 2011

.memória de papel.

 
Anotei num papel coisas bem importantes dessas que não se pode esquecer.
O que me impressionou foi, no instante mesmo da escrita, percebi que neste espaço de 10,5 cm por 8 linhas não cabia o quanto de vida  tava inscrito ali, na minha memória de papel.

       .aquele beijo e aquele abraço imenso de esmagar o coração de vocês três.



sexta-feira, 11 de março de 2011

.in-process.

                                                                     .p e r c o r r a m  a  f o t o.

segunda-feira, 7 de março de 2011

.frações de vento para o tempo. (a eternidade do efêmero)

?Será o mesmo vento que sopra? Será o mesmo tempo de vento?  
Cada vento sopra num tempo próprio. 
Cada vento é um vento num mesmo tempo. 
                                      Um tempo próprio.                                  
                                                                       
                                                           - assistam os três vídeos ao mesmo tempo-  
 

domingo, 6 de março de 2011

.notas sobre a estética relacional.


.ter como objeto estético em si as relações homem-mundo.


Em termos processuais, ter a relação como objeto estético pressupõe também a criação destas relações, que acaba por ganhar vida na imprevisibilidade do encontro. 


Numa espécie de co-autoria os sujeitos “comuns” se experienciam enquanto estetas e experimentam um modo de subjetivação inventivo, destituindo a ideia de que o criar é propriedade exclusiva do artista e integrando a inventividade em sua dinâmica relacional como um todo. 


Ao explorar e criar espaços-tempos relacionais, a arte torna-se suporte de experiências e acaba por restituir o mundo como experiência a ser vivida.
 

                                                           estética relacional
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